Caiu na rede, não é peixe; é um pescado. Fique assim entendido que fomos ao
Mercado São Pedro olhar bem os pescados e lhes identificar os atributos
desejáveis para o consumo. A saber: consistência firme e elástica ao tato,
olhos de aspecto transparente ou brilhante com pupilas pretas, guelras rosadas
ou vermelhas, úmidas e brilhantes, cheiro agradável e suave. Compramos corvina,
trilhas e salmão – lagosta e camarão.
RECEITAS | CAÇÃO AO FORNO
Chegamos à faculdade, e dentro da cozinha, lançamo-nos aos
procedimentos básicos: cortar as barbatanas e retirar as escamas e as vísceras,
retirar os filés e a pele, extrair as espinhas. Preparamos as receitas e,
enquanto a “paella” reduzia, eu me perguntava
quantos de nós sabem que o mar não está para peixe.
É indispensável que se diga que o diagnóstico do Greenpeace
Brasil sobre os oceanos mostra como é que isto pode ser. Fala-se nos 78 milhões
de toneladas/ano que estão muito além da capacidade de reprodução das espécies.
Fala-se nas redes de arrasto e roldanas que matam aves, golfinhos e tartarugas
– e arrebentam os corais. Fala-se na contaminação por fezes, mercúrio e outros
poluentes com disseminação de algas.
Sabido disto, se você não se acha capaz de deixar de comer
pescado, pode escolher as espécies menos ameaçadas. Ou não?
Substitua o tubarãozinho
Postas de cação 2
Sal e pimenta quanto baste
Azeite de oliva 45ml
Cebola picada 1
Dentes de alho amassados 2
Molho inglês 15ml
Cebolinha verde picada ½ molho
Temperar as postas de cação com sal e pimenta. Numa panela,
dourá-las em 15ml de azeite. Arrumar o pescado numa forma refratária. Misturar
a cebola, o alho, a cebolinha, o molho inglês e o azeite restante. Despejar a
mistura sobre o cação. Assar em forno médio de 20 a 25 minutos. Servir com
legumes refogados e farofa de banana.
People for the Ethical Treatment of Animals


A partir desse post, não comerei mais peixe nem peixinho ...
ResponderExcluirRegina Franco
Olá MT olha eu aqui postando um comentário teste!!! rs
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