Trata-se
de métodos de cocção. Há muito deixamos o cru e nos entregamos ao cozido.
Descobrimos que o uso do calor extrai dos alimentos propriedades nutritivas,
facilita a digestão e nos oferece segurança contra as DTAs (doenças
transmitidas por alimentos). O que nos faz dizer: “É calor ou calor”.
Esta dupla enunciação designa os tipos de
calor: seco e úmido. Seco significa: preparar alimentos sem líquido algum, desidratando-os e concentrando-lhes o sabor.
Pode ser com ou sem gordura. Calor seco sem gordura: assar, grelhar e defumar
aplicam-se. Calor seco com gordura: frigir, fritar e saltear estão em concordância. O
úmido é aquele que usa água, sucos ou leite, hidratando os alimentos e
permitindo a saída de sabor para o líquido. Ferver, cozinhar a vapor e escalfar
se presumem. Mas quando fazemos arroz, vemos que os tipos se misturam:
começamos em calor seco com gordura e terminamos com calor úmido. É também
assim o que sabemos como guisar, refogar e ensopar.
O que, porém, agora é dito, inclui a
consideração de que há vantagens e desvantagens em cada tipo de calor. É por
isso que ao cozinharmos, devemos aprender a escolher o método adequado para
extrair o melhor do alimento. Não é opção; é obrigação! Neste dito, ao terminar
o post, aqueço ainda mais um pouco a sua reflexão com duas
interrogações: Que método é gratinar? E o que dizer do banho-maria?
Parece goiaba, mas é
½ kg de açúcar
2 xícaras de água
6 cravos da Índia
2 paus de canela
Lave
os tomates e mergulhe-os em água fervente para tirar-lhes a pele. Em seguida,
parta-os em quartos e elimine as sementes. Prepare a calda com a água e o
açúcar, e coloque os tomates na calda, deixando-os cozinhar em fogo baixo sem
desmanchar. Adicione os cravos e a canela, se quiser.


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