16 de agosto de 2011

Na rua, não deve

    Uniformes geram polêmica. Alguns gostam, outros não. No contexto da gastronomia, o seu uso é restrito ao local de trabalho. É. O comentário pareceria óbvio, se não precisasse ser “amassado”. Explico:
    Algumas vezes surpreendi-me ao ver homens e mulheres, em uniformes de manipuladores de alimentos, provavelmente em intervalo de trabalho, sentados na praça em frente ao estabelecimento. Na rua, não deve. Não pode por questões de higiene e segurança alimentar. Não pode por respeito ao cliente. Quem quer pagar por contaminação? No passado, dava em pizza; no presente, multas por infração sanitária.
    Não acredito que a desculpa pela inadequação de comportamento seja o orgulho do uniforme. A questão básica é de resistência do estabelecimento a boas práticas que não ajuda os funcionários a exercer responsabilidade social.
    Quanto ao meu orgulho, amassei-o cortando as unhas das mãos: eram de tamanho médio e pintadas de vermelho. Desloquei-o para a bandana, de vermelho igual ao das unhas, que também não deve ser usada na rua. Na rua, não deve!
RECEITAS | DICA 2

                                        Com cheirinho de alecrim
                               

O cheirinho de alecrim me lembra Portugal, que puxa a ópera de marionetes Guerra do Alecrim e da Manjerona, de Antônio José da Silva, e assim me devolve minha mãe que deitava água fervendo nas suas folhas num bowl de cerâmica, tirando o cheiro forte da cozinha.
SIMILARES | TEATRO

Ópera e cozinha?



 Se você acha que nada a ver, leia a explicação do chef Joachim Koerfer,
e ainda a história do célebre  prato tornedó à Rossini .

Veja http:// fugas.publico.pt/RestaurantesEBares/ 285440_ tertuliapublico-no-eleven-com-pinamonti-e...

BEM CUCA Agosto 2011

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