Uniformes geram polêmica. Alguns gostam,
outros não. No contexto da gastronomia, o seu uso é restrito ao local de
trabalho. É. O comentário pareceria óbvio, se não precisasse ser “amassado”.
Explico:
Algumas vezes surpreendi-me ao ver homens e
mulheres, em uniformes de manipuladores de alimentos, provavelmente em
intervalo de trabalho, sentados na praça em frente ao estabelecimento. Na rua,
não deve. Não pode por questões de higiene e segurança alimentar. Não pode por
respeito ao cliente. Quem quer pagar por contaminação? No passado, dava em
pizza; no presente, multas por infração sanitária.
Não
acredito que a desculpa pela inadequação de comportamento seja o orgulho do
uniforme. A questão básica é de resistência do estabelecimento a boas práticas
que não ajuda os funcionários a exercer responsabilidade social.
Quanto ao meu orgulho, amassei-o cortando as
unhas das mãos: eram de tamanho médio e pintadas de vermelho. Desloquei-o para
a bandana, de vermelho igual ao das unhas, que também não deve ser usada na rua. Na rua, não deve!
RECEITAS | DICA 2
O
cheirinho de alecrim me lembra Portugal, que puxa a ópera de marionetes Guerra do Alecrim e da Manjerona, de Antônio
José da Silva, e assim me devolve minha
mãe que deitava água fervendo nas suas folhas num bowl de cerâmica, tirando o cheiro forte da cozinha.
Ópera e cozinha?
Se você acha que nada a ver, leia a explicação
do chef Joachim Koerfer,
e
ainda a história do célebre prato tornedó
à Rossini .
Veja
http:// fugas.publico.pt/RestaurantesEBares/
285440_ tertulia- publico-no-eleven-com-pinamonti-e...
BEM CUCA Agosto 2011

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